terça-feira, 12 de outubro de 2010

Fale agora ou cale-se para sempre!

E aí, alguém sabe de alguma coisa que nos impeça de casar? Não, não! Não estamos estimulando nossos amigos e nossas amigas a revelarem segredos obscuros! É porque, há algumas semanas, demos "a entrada na papelada do casório". Traduzindo: fomos no longínquo cartório da Zona Sul, dizer que queremos casar no dia 27 de novembro, testemunhados pelas sempre presentes Lu e Pri. O cartório tem a tarefa de publicar nossa intenção de casamento, para que, se alguém souber que somos impedidos de casar (conforme o Código Civil e blá blá blá), fale agora ou cale-se para sempre!

Como os casamentos atuais não têm mais esse momento de tensão e a gente adora um clima dramático, resolvemos usar o blog para levantar a pergunta! E aí, algo contra?
Se vocês tiverem alguma informação difamadora, encaminhem diretamente pra Pri e pra Lu, que são madrinhas super dedicadas e adoram uma boa fofoca! Elas são tão legais que toparam a indiada de ir conosco em busca do cartório, com um bom sorriso no rosto. A Lu até ensaiou uma festinha por lá, registrada, obviamente:

Ipanema?

E a moça do cartório adorando...

Lições de Célia Ribeiro

Este post é dedicado ao Rodrigo e à Vavá, que estavam em dúvida sobre a comprovação do deposito do presente, tema do nosso último texto aqui. O próprio Rodrigo deu a resposta pra esse dilema: perguntar à Célia Ribeiro. Pois bem, amigos e amigas, vamos ver o que a grande dama da elegância e sofisticação gaudéria diz sobre o assunto, em um post retirado do blog dela no ClicRbs:

“Recebi convite para uma festa de 15 anos em que a aniversariante informa o número de sua conta bancária para depositar um valor como opção de presente. Devo colocar o recibo desse depósito num envelope e enviá-lo para a moça?” LUCY
- Presente não se pede, muito menos em dinheiro. Já que você recebeu um convite assim deselegante, coloque o recibo bancário num envelope, mande-o por correio à aniversariante ou o escaneie e passe por e-mail. Mas é muito trabalho, melhor entregar um cheque nominal, num envelope.

Entenderam, pessoal? Já que nós somos assim deselegantes, vocês não precisam se preocupar muito com regras de etiqueta. Tá valendo tudo: não mandar comprovante, enviar o código por sms, mandar uma telemensagem no trabalho, sejam criativos. A única coisa que não vale é dar cheque, como a gente tem um quinto da idade da Célia, não trabalhamos mais com essa forma de pagamento, hehehe.

Mas cuidado, a Tia Cinara e o Tio Luiz já se ofereceram pra ficar de leão de chácara acomodando os convidados segundo a quantia presenteada. Portanto, quem não caprichar vai acabar sentado perto da porta do banheiro.



- Ai, que deselegante!